Que redobremos nossa atenção, estratégias e lutas para que em 2026 o campo progressista vença as eleições e que tenhamos boas surpresas

Trump, Moro, Erika Marena e Carolina Lebos compartilham ódio extremo contra inimigos ideológicos e opositores.
Todos exibem narcisismo patológico, com sensação de superioridade que justifica crueldade e distorção da verdade.
São caracterizados por maldade e sadismo no tratamento dos adversários, praticando humilhação e destruição.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O que Trump, Moro, Erika Marena, Carolina Lebos têm em comum?

por Eduardo Ramos

Tivesse eu um blog para iniciar um texto de forma apócrifa e eu cometeria o crime de criar um título com várias linhas, citando todos os nomes que me vêm à mente em relação ao tema desse artigo. Teria citado Bretas, os procuradores da Lava Jato, um a um, além, obviamente, de Bolsonaro e seus discípulos mais pérfidos, os Nikolas Ferreiras da vida e seus assemelhados.

Mas vamos ao que interessa: responder de modo objetivo à indagação explícita no título do artigo. O que essas pessoas têm em comum:

1) Um ódio absoluto a todos os que sejam considerados inimigos de suas ideologias radicais ou que combatam suas falas e ações, ou até mesmo as que se recusem a apoiá-las integralmente em seus planos da destruição desses inimigos.

2) Um narcisismo patológico, doentio, incurável. Como se trouxessem em suas almas enfermas uma espécie de “sensação de aptidão de superioridade natural que lhes dá o direito a toda a falta de empatia, ética, moral, e isenção para a prática de toda a sorte de perversidades e distorções da verdade e da realidade em seus discursos

3) Um grau de maldade, crueldade e covardia quase inacreditáveis no trato com aqueles que sentem como seus inimigos. Sua ausência de limites nessa área faz deles “sádicos naturais”, sentem um prazer inenarrável na humilhação total – e até a destruição – dos que se tornam seus alvos.

A cena que causou em mim o desejo imediato de escrever esse artigo, em vez de me debruçar sobre o problema mais urgente de todos hoje, o ATO TERRORISTA DE TRUMP, SEU SEQUESTRO DE MADURO E SUA ESPOSA, foi a foto estampada em todo o mundo de Maduro algemado e com uma venda sobre os olhos, exibido sadicamente pelo psicopata ditador dos EUA como um troféu pessoal de sua prepotência em grau de doença máxima. Na hora, minha intuição e minha memória me trouxeram as personalidades e as ações semelhantes havidas aqui no nosso Brasil, por pessoas igualmente de mente e coração tão enfermos como os do covarde presidente americano.

Lembrei da foto de Sérgio Cabral algemado como se fosse o mais perigoso terrorista do planeta, lembrei do ex governador Garotinho em desespero, sua filha assistindo a tudo, a vingança ordinária da TV Globo ao exibir as cenas dantescas, típicas de quem se sabe império intocável no país dos bananas que muitas vezes somos. Lembrei do “valente” procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, em fala pra lá de covarde, como bem disse o Nassif ao descrever o episódio, uma fala típica dos bravateiros rasos de botequim, ao afirmar que “Moro era um cavalheiro por não ter jogado dona Marisa na prisão junto com Lula”. Lembrei da juíza Carolina Lebos e sua tentativa que quase deu certo, de humilhar Lula jogando-o numa prisão comum, um dos gestos mais perversos e desumanos já praticados por um magistrado brasileiro, quase uma “tentativa de homicídio”, já que ex presidentes obviamente têm admiradores e pessoas que os detestam, não é preciso ser gênio para saber o que ocorreria com Lula em um presídio comum.

E lembrei da “destemida” delegada Erika Marena e sua participação direta na violência igualmente sádica e covarde contra um homem inocente, o reitor Cancellier da Universidade Federal de Santa Catarina, levando-o ao suicídio por não ter suportado tantas humilhações. Lembrei de Deltan, o “temente a Deus”, hipócrita até a medula, escrevendo mensagens à Erika consolando-a quando fortemente criticada e afirmando sua inocência e que ela não deveria se sentir culpada por nada.

Lembrei de Moro e sua perseguição implacável à Lula e sua família, covarde, autoritário, déspota e agora, suspeito da prática de vários crimes descobertos pela Vaza Jato e a investigação em curso no Supremo. E eu poderia citar aqui centenas e centenas de exemplos de políticos, magistrados, etc., desses tipos de sadismo, crueldade, desumanidades diversas, praticados por quem detém o poder sobre seus inimigos de campo ideológico ou de suas falas e ações. Nada os difere! Cada um deles praticou e alguns seguem nessa prática, a sordidez humana, a falta de empatia, os crimes, a indiferença e o ódio, a própria desconstrução de tudo o que nos torna humanos e civilizados, e é isso o que os torna altamente semelhantes entre si.

Voltando à imagem de Maduro, um PRESIDENTE DA REPÚBLICA, algemado, vendado, sequestrado de dentro de seu país por uma força estrangeira, nem há muito o que dizer, de tão óbvio que é para as pessoas conscientes e lúcidas, o horror, o perigo que representa para todo o planeta, a tragédia, a violência insana que significa a ação em si, a imagem-troféu liberada provavelmente por ordem do psicopata ditador, e a crueldade máxima de prender a esposa, com o único objetivo de aumentar a dor e sofrimento de Maduro, algo tão canalha como chutar o rosto do adversário caído no chão, indefeso. Todo esse horror me remeteu aos personagens nomeados nesse texto e a tantos outros.

Termino esse artigo com um alerta a todos os brasileiros conscientes do que estamos vivendo, a luta CRUCIAL por nossas vidas, o futuro dos nossos filhos e as próximas gerações, a própria vida em si do nosso chão, nossos mares, lagos, terras, florestas: dessa extrema direita fascista, violenta, sem limites ou pudores, quaisquer que sejam, não há o que esperar de minimamente civilizado, humano, eles são a própria expressão de tudo o que é mentiroso, farsesco, manipulador, tosco, vulgar, grosseiro, violento, agressivo e antidemocrático. Que redobremos nossa atenção, estratégias e lutas para que em 2026 o campo progressista vença as eleições e que tenhamos boas surpresas em relação ao Congresso Nacional.

Não merecemos o mundo miserável que essa gente torpe quer nos impingir!

(eduardo ramos)

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 Publicado originalmente por: GGN

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