do Brasil 247

Foto: Divulgação / Anderson Barbosa /Agência Estado
PARA O MINISTRO DA SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA, AÇÃO DA POLÍCIA ATROPELOU AS NEGOCIAÇÕES PARA A DESOCUPAÇÃO PACÍFICA DO TERRENO DO MEGAINVESTIDOR NAJI NAHAS EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS; PALÁCIO DO PLANALTO FOI SURPREENDIDO PELA AÇÃO
247 – O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, criticou a ação de reintegração de posse do terreno do megainvestidor Naji Nahas em Pinheirinho, São José dos Campos (SP). Segundo Carvalho, encarregado pelo Palácio do Planalto para lidar com os movimentos sociais, atropelou as negociações para a desocupação pacífica do local. Um dos assessores do ministro que intermediava as conversas chegou, inclusive, a ser atingido por uma bala de borracha na perna.
Segundo a Folha de S.Paulo, o ministro evitou fazer críticas à ação da polícia e ao governo de São Paulo, mas disse que o governo federal foi surpreendido pela ação em pleno domingo. A presidente Dilma Rousseff pediu que Carvalho e os ministros José Eduardo Cardozo, da Justiça, e Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos acompanhem os desdobramentos da reintegração de posse.
Na avaliação do governo federal, o uso da força no local era desnecessário, já que existem pessoas vivendo ali há oito anos e haviam negociações para a retirada pacífica das famílias. PO ministro José Eduardo Cardoso teria inclusive telefonado para o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), para alertar sobre os riscos do uso da força policial, já que, na avaliação do Palácio do Planalto, parte das famílias que habitam o local têm ligações com os movimentos sociais mais radicais. Dezesseis pessoas foram detidas pela Polícia Militar durante os confrontos.
247 – O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, criticou a ação de reintegração de posse do terreno do megainvestidor Naji Nahas em Pinheirinho, São José dos Campos (SP). Segundo Carvalho, encarregado pelo Palácio do Planalto para lidar com os movimentos sociais, atropelou as negociações para a desocupação pacífica do local. Um dos assessores do ministro que intermediava as conversas chegou, inclusive, a ser atingido por uma bala de borracha na perna.
Segundo a Folha de S.Paulo, o ministro evitou fazer críticas à ação da polícia e ao governo de São Paulo, mas disse que o governo federal foi surpreendido pela ação em pleno domingo. A presidente Dilma Rousseff pediu que Carvalho e os ministros José Eduardo Cardozo, da Justiça, e Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos acompanhem os desdobramentos da reintegração de posse.
Na avaliação do governo federal, o uso da força no local era desnecessário, já que existem pessoas vivendo ali há oito anos e haviam negociações para a retirada pacífica das famílias. PO ministro José Eduardo Cardoso teria inclusive telefonado para o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), para alertar sobre os riscos do uso da força policial, já que, na avaliação do Palácio do Planalto, parte das famílias que habitam o local têm ligações com os movimentos sociais mais radicais. Dezesseis pessoas foram detidas pela Polícia Militar durante os confrontos.
Postar um comentário
-Os comentários reproduzidos não refletem necessariamente a linha editorial do blog
-São impublicáveis acusações de carácter criminal, insultos, linguagem grosseira ou difamatória, violações da vida privada, incitações ao ódio ou à violência, ou que preconizem violações dos direitos humanos;
-São intoleráveis comentários racistas, xenófobos, sexistas, obscenos, homofóbicos, assim como comentários de tom extremista, violento ou de qualquer forma ofensivo em questões de etnia, nacionalidade, identidade, religião, filiação política ou partidária, clube, idade, género, preferências sexuais, incapacidade ou doença;
-É inaceitável conteúdo comercial, publicitário (Compre Bicicletas ZZZ), partidário ou propagandístico (Vota Partido XXX!);
-Os comentários não podem incluir moradas, endereços de e-mail ou números de telefone;
-Não são permitidos comentários repetidos, quer estes sejam escritos no mesmo artigo ou em artigos diferentes;
-Os comentários devem visar o tema do artigo em que são submetidos. Os comentários “fora de tópico” não serão publicados;