do PORTAL iG
Na lista, estão obras de J.K. Rowling, William Shakespeare e Leonardo da Vinci
Na última sexta-feira (20), a famosa casa de leilões Christie’s colocou à venda uma cópia de "The Birds of America" ("As Aves da América", em português), livro de John James Audubon. Em 2010, a obra havia sido negociada por US$ 11,5 milhões (R$ 20,2 milhões).
De acordo com a revista Economist, uma lista com os dez livros mais caros já vendidos contaria com ao menos cinco cópias de "Birds of America", que foi originalmente lançado em fascículos entre 1827 e 1838 e traz em suas páginas mais de 400 ilustrações de pássaros.
Veja abaixo uma lista compilada pelo site Flavorwire com os dez livros mais caros já negociados em leilões.
"The First Book of Urizen", de William Blake — US$ 2,5 milhões

Publicado em 1794, "The First Book of Urizen" é uma das mais importantes obras proféticas de William Blake. Em 1999 a Sotheby’s vendeu seu exemplar por US$ 2,5 milhões (R$ 4,4 milhões).
"The Tales of Beedle the Bard", de J.K. Rowling — US$ 3,98 milhões

Publicado no Brasil como "Os Contos de Beedle, o Bardo", o livro, que surgiu da obra "Harry Potter e as Relíquias da Morte", se tornou um sucesso editorial. Por isso, a autora J.K. Rowling escreveu sete cópias a mão. Seis foram dadas para amigos e editores, mas uma foi leiloada em 2007 por US$ 3,98 milhões (R$ 7 milhões), tornando-se o manuscrito contemporâneo mais caro já vendido.
"Geographia Cosmographia", de Claudius Ptolomeu — US$ 4 milhões
O primeiro atlas da história, "Geographia Cosmographia" foi leiloado pela Sotheby’s de Londres por US$ 4 milhões (R$ 7 milhões), em 2006.
"Traité des arbres fruitiers", de Henri Louis Duhamel du Monceau — US$ 4,5 milhões
Escrito por Henri Louis Duhamel du Monceau e ilustrado por Pierre Antoine Poiteau e Pierre Jean François Turpin, "Traité des arbres fruitiers" ("Tratado sobre Árvores Frutíferas", em português) é formado por cinco volumes que retratam 16 variedades de árvores frutíferas. Uma cópia foi negociada por U$ 4,5 milhões (R$ 7,9 milhões) em 2006.
"A Bíblia de Gutenberg" — US$ 4,9 milhões
Uma cópia da Bíblia feita por Gutenberg foi vendida por US$ 4,9 milhões (R$ 8,6 milhões) em 1987 pela Christie’s de Nova York. Apenas 48 edições do livro existem no mundo.
"First Folio", de William Shakespeare — US$ 6 milhões

Apesar de seu preço original não passar de uma libra, cópias intactas do "First Folio" (nome dado à primeira coleção de peças teatrais de William Shakespeare) estão entre as obras mais procuradas por colecionadores. Estima-se que das 750 lançadas em 1623, apenas 228 ainda existam. Em 2001, o cofundador da Microsoft, Paul Allen, adquiriu uma por US$ 6 milhões (R$ 10,5 milhões).
"The Canterbury Tales", de Geoffrey Chaucer — US$ 7,5 milhões
A primeira edição de "The Canterbury Tales", publicada no século 15, foi leiloada pela Christie’s londrina por US$ 7,5 milhões (R$ 13,2 milhões).
"The Birds of America", de James Audubon — US$ 11,5 milhões
A valorização de "The Birds of America" é gritante. Em 2000, a Christie’s vendeu uma cópia por US$ 8,8 milhões. Dez anos depois, o livro foi negociado por US$ 11,5 milhões (R$ 20,2 milhões).
"The Gospels of Henry the Lion", da Ordem de São Benedito — US$ 11,7 milhões
Encomendado originalmente por Henrique, o Leão, para o altar da Catedral de Brunswick, esse livro religioso foi comprado pelo governo alemão em 1983 por US$ 11,7 milhões (R$ 20,6 milhões).
"The Codex Leicester", de Leonardo da Vinci — US$ 30,8 milhões

O livro de anotações de 72 páginas que pertenceu a Leonardo da Vinci foi comprado por Bill Gates em 1994. O valor pago pelo dono da Microsoft foi de US$ 30,8 milhões (R$ 54,3 milhões), transformando-o na obra mais valiosa do mundo. Ao menos o empresário fez bom uso do livro. Suas páginas foram digitalizadas e distribuídas como proteção de tela do Microsoft Plus!, para o Windows 95.
Postar um comentário
-Os comentários reproduzidos não refletem necessariamente a linha editorial do blog
-São impublicáveis acusações de carácter criminal, insultos, linguagem grosseira ou difamatória, violações da vida privada, incitações ao ódio ou à violência, ou que preconizem violações dos direitos humanos;
-São intoleráveis comentários racistas, xenófobos, sexistas, obscenos, homofóbicos, assim como comentários de tom extremista, violento ou de qualquer forma ofensivo em questões de etnia, nacionalidade, identidade, religião, filiação política ou partidária, clube, idade, género, preferências sexuais, incapacidade ou doença;
-É inaceitável conteúdo comercial, publicitário (Compre Bicicletas ZZZ), partidário ou propagandístico (Vota Partido XXX!);
-Os comentários não podem incluir moradas, endereços de e-mail ou números de telefone;
-Não são permitidos comentários repetidos, quer estes sejam escritos no mesmo artigo ou em artigos diferentes;
-Os comentários devem visar o tema do artigo em que são submetidos. Os comentários “fora de tópico” não serão publicados;