Por esta razão, os agentes da PF que estavam de plantão quando foi expedido o primeiro habeas corpus, não soltaram Lula

(Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
Por esta razão, os agentes da PF que estavam de plantão quando foi expedido o primeiro habeas corpus, não soltaram Lula. Desde então, e durante toda a disputa judicial que se desenrolou ao longo do domingo, Jungmann já tinha a orientação de manter o ex-presidente na carceragem.
Conforme o texto do Valor, o ministro foi muito pressionado por lideranças petistas, que cobravam a libertação de Lula e acusavam a PF de descumprir a ordem de soltura, assinada pelo desembargador Rogério Favreto, do TRF-4. A deputada Maria do Rosário (PT-RS) chegou a divulgar uma mensagem encaminhada a Jungmann por um aplicativo de mensagens. Ela nega a informação.
Jungmann teria dado a ela a resposta ambígua de que ordem judicial é para ser cumprida. Se referia, no entanto, ao posicionamento do presidente do TRF-4 e não ao desembargador de plantão. Jungmann manteve contato com a direção da PF em Brasília, que repassou as ordens a Curitiba. De acordo com o ministro, os policiais agiram de acordo com a lei.
Revista Fórum