Para piorar, não só a gasolina, como o álcool também está mais caro e não oferece vantagem em quase nenhum dos estados. O mesmo se aplica ao gás de cozinha e ao diesel.
A única mudança nas políticas de definição de preços da Petrobras, sub comando de Bolsonaro, foi a escolha de periodicidade quinzenal para a mudança do preço dos combustíveis.
Certamente, há grande insatisfação entre os profissionais de transporte, caminhoneiros e demais pessoas que dependem da variação do combustível. Essa mesma insatisfação levou à paralisação dos caminhoneiros, no ano passado, impactando fortemente na economia e no governo Temer. Bolsonaro dificilmente resistiria a uma paralisação como a de 2018.
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