Andrei Rodrigues afirma que a investigação tem foco definido, evitando que a investigação se disperse diante de múltiplas frentes


Andrei Rodrigues Foto: Andressa Anholete/Agência Senado (Foto: Andressa Anholete)
Andrei Rodrigues Foto: Andressa Anholete/Agência Senado (Foto: Andressa Anholete)

247 - 
A Polícia Federal (PF) informou que a investigação sobre o chamado caso Master está avançando para a fase de consolidação dos dados e elaboração de um relatório final. O inquérito apura suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master e está sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF), com relatoria do ministro Dias Toffoli. Segundo o jornal O Globo, as declarações do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, foram dadas durante entrevista coletiva nesta terça-feira (10). Segundo ele, os trabalhos seguem com objeto delimitado e sem exclusão prévia de hipóteses.

Inquérito do caso Master tramita no STF

A apuração principal sobre o Banco Master está em andamento no STF e segue sob relatoria do ministro Dias Toffoli. O caso envolve suspeitas de fraudes e está entre os inquéritos que mobilizam a Polícia Federal tanto no Supremo quanto em instâncias inferiores.

De acordo com a PF, o objetivo atual da investigação é avançar com base em um recorte definido, concentrando esforços na coleta e no encaminhamento dos elementos já identificados ao longo do procedimento.

Prazo foi prorrogado por Dias Toffoli

No dia 16 de janeiro, Dias Toffoli autorizou a prorrogação do prazo por mais 60 dias para a conclusão do inquérito principal. Com isso, a Polícia Federal tem até março para apresentar os resultados finais da investigação.

A medida permitiu que os investigadores mantivessem a apuração em andamento por mais dois meses, com a expectativa de finalizar o relatório conclusivo dentro do período estabelecido.

PF diz que investigação tem foco definido

Durante a entrevista coletiva, Andrei Rodrigues afirmou que há um direcionamento claro nas apurações relacionadas ao caso Master, tanto no STF quanto em primeira instância. Segundo ele, os inquéritos não estão orientados a reconstituir integralmente o passado do caso, mas sim a avançar dentro de um escopo já delimitado. O diretor-geral ressaltou que a Polícia Federal busca manter o foco central do inquérito, evitando que a investigação se disperse diante de múltiplas frentes. 

“Estamos caminhando para um relatório final”, diz diretor-geral

Ao comentar o estágio atual da apuração, Rodrigues afirmou que a PF já trabalha para concluir o relatório final do caso. “Estamos caminhando para um relatório final e dando encaminhamento a todos os achados, sem descartar nenhuma hipótese”, declarou. 

Segundo ele, a Polícia Federal tem adotado uma estratégia de encaminhar os elementos identificados, mantendo o objeto principal como eixo central da investigação.

Achados paralelos também serão encaminhados

Andrei Rodrigues afirmou ainda que, embora a PF busque preservar o foco do inquérito principal, eventuais elementos paralelos descobertos durante a apuração também serão analisados e tratados com a devida seriedade.  “Procuramos não poluir o objeto principal com outros achados, mas não vamos descartar nenhum achado”, afirmou o diretor-geral.

Com a prorrogação do prazo concedida pelo STF e a fase final em andamento, a expectativa é que a Polícia Federal encaminhe até março o relatório conclusivo do caso Master, reunindo os principais resultados da investigação conduzida sob supervisão do Supremo.

 Publicado originalmente por: Brasil 247

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