Um dos temas de maior repercussão foi o comentário do ministro da Educação, Abraham Weintraub, que sugeriu a prisão dos ministros do Supremo
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| Reunião Ministerial do dia 22 de abril (Foto: Marcos Corrêa/PR) |
De acordo com o monitoramento das discussões e interações no Twitter feito pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas, a divulgação do vídeo com a reunião ministerial de 22 de abril aumentou a rejeição ao governo do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido-RJ).
O vídeo, tornado público por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), conseguiu mobilizar um grupo de críticos da direita à esquerda na rejeição ao governo Bolsonaro, e deixou a base pró-governo ainda mais isolada.
A nova convergência de oposição ao governo alcançou mais de 58,4% das interações no Twitter em 24 horas, reunindo desde deputados da esquerda ao ex-ministro da Justiça Sergio Moro. Já a base de apoio ao presidente também esteve bastante ativa, chegando a 19% das interações.
O estudo diz ainda que, apesar da “energização”, a base bolsonarista se mantém “cada vez mais isolada” e “dependente dos próprios influenciadores e da atividade destes. “Ao contrário da base de oposição, que agora conta com ex-membros do governo e antigos apoiadores de Bolsonaro”, afirma o estudo.
A discussão em torno do conteúdo da reunião ministerial deixou à margem o tema da pandemia. Um dos temas de maior repercussão foi o comentário do ministro da Educação, Abraham Weintraub, que sugeriu a prisão dos ministros do Supremo
Com informações do Extra

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