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| Segundo relator, atuação da emissora pode ter relação com o "gabinete do ódio" criado pelo governo federal | Jefferson Rudy/Agência Senado |
Segundo o parlamentar, a emissora seria uma grande disseminadora de fake news durante a pandemia
São Paulo – O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), pediu a quebra de sigilo bancário da rádio Jovem Pan. No requerimento, um dos 386 prontos para entrar em pauta na retomada dos trabalhos da comissão, a justificativa do pedido, de acordo com o parlamentar, é o fato de a emissora ser uma grande disseminadora de fake news.
O relator pede a quebra “desde o início de 2018 até o presente, de todas as contas de depósitos, contas de poupança, contas de investimento e outros bens, direitos e valores mantidos em Instituições Financeiras”. Também requer uma análise comparativa “entre os períodos, anterior e posterior à situação de pandemia, até a presente data”.
A emissora seria investigada no contexto de atuação do “gabinete do ódio”, criado no governo federal, que seria o principal responsável pela defesa do uso de medicações ineficazes contra a covid-19 e também na defesa de teorias como a da imunidade de rebanho durante a pandemia.
Desde o início do funcionamento da CPI da Covid, a comissão aprovou 663 requerimentos. São pedidos de informações, convocações de depoentes, quebras de sigilos bancário, fiscal e telemático, e audiências públicas.
Até agora, a maior parte dos pedidos pendentes de análise se relacionam à convocação de testemunhas. São 265 requerimentos para ouvir desde autoridades públicas como ministros, governadores, prefeitos, secretários e o presidente Jair Bolsonaro, até servidores, representantes de empresas privadas e especialistas em saúde.
CPI da Covid retoma trabalhos na próxima semana
Priorizando a investigação relacionada às denúncias de possíveis irregularidades e pagamento de propina na aquisição de vacinas contra a covid-19, a CPI da Covid volta aos trabalhos presenciais na próxima semana. Devem ser tomados os depoimentos do reverendo Amilton Gomes de Paula, do sócio da empresa Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano, e do representante da empresa Túlio Silveira.
O primeiro a ser ouvido pela comissão será o reverendo Amilton, na terça-feira (3), apontado por representantes da Davati Medical Supply como “intermediador” entre o governo federal e empresas que fizeram oferta d eimunizantes.
Com informações de Conjur e Agência Senado

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