"Daria até prisão em flagrante", afirma Wadih Damous sobre possível lobby do ministro da Justiça para inocentar a "Moro de saias"
“Se forem verdadeiras as notícias de que Moro foi ao TSE interceder a favor de sua homônima de saias significa que praticou o crime de advocacia administrativa. Daria até prisão em flagrante. Ministro da Justiça praticando advocacia administrativa impunemente é o fim dos tempos”, afirmou o advogado.
O Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso apontou que a candidata e Gilberto Possamai, seu primeiro suplente, omitiram à Justiça Eleitoral um valor de R$ 1,5 milhão usado para contração de empresas de marketing e pesquisa na pré-campanha, configurando Caixa 2 e antecipação da campanha eleitoral.
Se forem verdadeiras as notícias de que Moro foi ao TSE interceder a favor de sua homônima de saias significa que praticou o crime de advocacia administrativa. Daria até prisão em flagrante. Ministro da Justiça praticando advocacia administrativa impunemente é o fim dos tempos.— Wadih Damous (@wadih_damous) December 12, 2019
Revista Fórum

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